Existe um fascínio por grande parte da população em adotar novas práticas de vida no novo ano, mas infelizmente, a maioria só consegue manter a palavra até o segundo dia... e a promessa vai sendo deixada de lado, talvez para ser guardada para o próximo reveillón.
domingo, 28 de dezembro de 2008
Ano Novo
Em primeiro lugar, gostaria de me desculpar com os (poucos) que leêm estas tortas linas que aqui escrevo... andei meio enrolado com algumas coisas no final do ano e estive, digamos, ausente, desta função de "escritor"...
Estamos as vésperas de um novo ano, 2009 está batendo à porta e pedindo passagem e com o novo ano, sempre novas esperanças renascem. Alías, essa é uma das características de todos os finais de ano: A renovação de esperanças, de sonhos, planos e projetos.
Sempre vemos pessoas fazendo suas promessas, é comum ouvirmos coisas do tipo "esse ano eu paro de fumar", ou "dia primeiro eu começo minha dieta". Parece que o início do ano vira marco zero na vida das pessoas... a impressão é que a vida realmente recomeça com a mudança da nova data.
O grande problema é que as mudanças têm que ser dadas dentro de nós mesmos... como diria o poeta, não adianta mudar o mundo se não mudarmos nossas atitudes! Não adianta pensar em emagrecer, parar de fumar ou beber, ou qualquer coisa que seja se realmente a gente não quiser! A força de vontade deve ser o principal pedido para o ano novo... não adianta ficar prometendo o impossível se não conseguimos o mais fácil!
Enfim, desejo a todos vocês sucesso para o ano que se inicia... ah, já estava me esquecendo... eu prometo que não vou ficar tanto tempo longe deste espaço, rs. Tenham todos um Feliz 2009!!!
domingo, 2 de novembro de 2008
O valor das pequenas coisas...
Existem coisas que carregamos por toda a vida e a música tem esse poder, de nos acompanhar. Certa vez, ainda jovem (sim, estou ficando velho, rs), ouvi uma frase em uma canção que me acompanha até hoje e que diz o seguinte: "São as pequenas coisas que valem mais."
Sim, as pequenas coisas, os menores gestos que fazem a diferença! As coisas grandes, as atitudes notórias chamam mais atenção, mas o que seria da vida sem um simples bom dia? Ou falar ao telefone (e em tempos pós-modernos, via Internet) com alguém que gostamos?
Não que eu esteja negando o valor das "grandes coisas", nem ao menos minimizando as que eu citei, mas pense só, não é especial conversarmos com alguém em um lugar agradável, mesmo que para "jogar conversa fora"?
Um sorriso, um agradecimento, demonstrações públicas de afeto... são todas pequenas coisas que possuem um enorme valor...
quinta-feira, 30 de outubro de 2008
Sobre política...
Essa semana vivemos o término do processo eleitoral, objetivando a escolha do Executivo e do Legislativo municipal (que, em minha humilde opinião é sumariamente importante) e, no Brasil, como sabemos, as eleições movimentam vutosas quantias em dinheiro, além de uma grande parcela da população, que se vale dessa época para arrumar um serviço temporário (popularmente conhecido como bico).
Por que resolvi abordar esse tema? Bem... no dia seguinte às eleições, ouvi, em uma dessas conversas de ônibus, um cidadão proferir as seguintes palavras: "Eu estou desacreditado". Ora, pergunto eu... o que leva um cidadão à total descrença?
Diria que um dos fatores da descrença deste e de muitos outros cidadãos é o atual quadro político existente em nosso país. Muitos dos nossos parlamentares e chefes de Executivo não tem atitudes condizentes com os cargos para os quais foram eleitos e esse quadro é cada vezz mais crescente. Lógico que há exceções, mas infelizmente, estes são a minoria!
E essa insatisfação cada vez maior traz a reboque um outro problema: o desinteresse da população pela política, fato que aumenta ainda mais a bola de neve da atual avalanche causada por administrações desastrosas.
Infelizmente, não havendo mudanças no cenário político nacional, torna-se impossível pretender que o nosso país alcance melhores índices de qualidade de vida para seus cidadãos...
segunda-feira, 20 de outubro de 2008
Cada luz, uma história...
Nas grandes cidades, como Rio de Janeiro (um pouco menos) e São Paulo, a grande quantidade de pessoas é uma das características. Essas metrópoles, possuem um grande contingente populacional e essa é uma das diferenciais delas.
Mas, o que chama a atenção nesse caso é que mesmo nessas cidades, a solidão humana é um fato, e cada vez maior! Essa solidão ocorre de várias maneiras mas, tem uma que é bastante particular: a solidão em grupo.
Uma das condições para o desenvolvimento em grupo é viver em sociedade e, às vezes, mesmo em nossos grupos, nos sentimos só. Muito comum é, mesmo em grupos, não conhecermos nossos companheiros, seus problemas, suas angústias, suas manias, enfim, as particularidades das pessoas que nos cercam.
Vivemos uma espécie de solidão coletiva, onde muita gente se sente só mesmo estando em grupo. Não sabemos quem nos cerca, mesmo estando muito próximos e, infelizmente, por conta do estilo de vida pós moderno, a tendência é que isso se acentue.
Nas periferias, é comum observarmos durante à noite, várias luzes das casas e, podemos imaginar que cada luz representa uma história de vida, uma história de uma família com todas as suas peculiaridades e seus sonhos, além de seus problemas, é claro!
As luzes que carregamos são bastante representativas, desde nossa infância temos que conviver com nossos sonhos e a realidade, com a vida e a morte, com o sucesso e o fracasso, com nossos grupos e a solidão...
domingo, 19 de outubro de 2008
Ao mestre, sem carinho...
Essa semana comemorou-se o Dia dos Professores (15-Out), data em que é considerado feriado escolar, ou seja, não tem aula, fato muito comemorado pelos alunos...
Dizer que a nossa sofrida profissão não tem o que comemorar já virou clichê, todos dizem isso, mas, enquanto não mudarem a mentalidade de nossos governantes, onde os mesmos passem a olhar a educação como prioridade, o panorama em nada mudará em relação a esse cenário.
Lutamos contra tudo e contra todos: baixos salários; ausência quase total de estrutura; políticas educacionais meramente eleitoreiras, entre outras coisas... mas, particularmente, o que mais me incomoda é o desinteresse por parte do nosso público alvo, os alunos.
Há uns dias atrás, eu ouvi um comentário de um aluno que me fez sentir muito mal... o camarada, ao se referir a um outro professor, soltou a seguinte pérola: "Esse cara veio? Por que ele não morre logo?"
Imagine você, trabalhar para um público que deseja a sua morte! O cara estuda a vida inteira, passa horas corrigindo trabalhos, elaborando aulas, além de ter uma das profissões mais desvalorizadas em nosso país e ainda por cima ter que passar por isso!
É complicado falar, sei que os valores humanos estão extremamente distorcidos, por conta de uma série de fatores que dariam um livro, mas não se pode conceber que um ser humano deseje a morte de outro por que não gosta de Matemática, isso é absurdo!
Talvez seja por isso que a profissão de Professor seja uma das que mais ocorram desistências ou mudanças, muitas pessoas, com licentiatura ou curso normal mudam de profissão, indo em busca de maior valorização profissional, pessoal (às vezes) e financeira, porém, não podemos nos esquecer de que sem o professor, quem alfabetizaria o advogado, o engenheiro, o administrador, o arquiteto, o médico, o cantor...
quarta-feira, 8 de outubro de 2008
Legalize já!
Calma. Antes que me crucifiquem, não estou fazendo apologia a nenhum tipo de legalização de entorpecentes ou qualquer coisa que seja considerada ilícita. Minha idéia é um pouco mais simples, vejamos então...
Neste mês (ou no passado, não tenho total certeza), o Presidente da República sancionou um decreto que autoriza a reforma da Língua Portuguesa, ou a participação do Brasil, no que tange às novas reformas da Última Flor do Lácio.
Minha sugestão é a seguinte: por quê não liberar tudo? A maior parte das pessoas (incluo-me nesse grupo) não dominam o nosso idioma - escrevem mal e falam pior ainda! É cada barbárie, cada assasínio à Língua Portuguesa, que seria muito mais fácil se resolvesse esse impasse com o seguinte decreto: Art. 1º. A partir dessa data, ficam abolidas todas as normas gramaticais em nosso idioma.
Imaginem quanto seria melhor para os Professores de Português. Não haveria mais com o que se escandalizar, ao ler pérolas como "a gente vamos"; "nós vai"; "pobrema", e outras maravilhas criadas por seus alunos.
E para o governo? Os índices de repetência escolar seriam reduzidos de maneira drástica, além da redução dos índices de analfabetismo, afinal de contas, o que tem de analfabetos funcionais por aí...
Lógico que isso tudo não passa de ironia, não será isso que resolverá os problemas relativos à educação em nosso país, sabemos que esse problema, para que seja resolvido, precisa de muita coisa ainda a ser feito, mas isso é tema para uma próxima crônica.
Não posso concordar (falando agora de maneira séria), com a violência sofrida pelo nosso idioma. Sei que a principal função da linguagem é a comunicação e que o importante é que ela ocorra perfeitamente, mas tem coisas que não dá para aturar!
Às vezes, até em órgãos da imprensa observamos um enorme desrespeito em relação às normas cultas da Língua Portuguesa, se bem que até para este humilde escritor seria mais fácil a vida (rsrsrsrs)...
quinta-feira, 2 de outubro de 2008
Vê, já estão voltando as flores...
Enfim, a Primavera. Para nós, cariocas, uma estação muito mais represntativa do que o Inverno. Apesar de não negar o charme da estação que se finda, a Primavera é mais alegre, bem mais próximo do carioca way of life.
O florescer em maior número dá um tom colorido a todos os lugares e traz alegria e esperança de dias melhores... quem nunca se pegou admirando uma bela flor (mesmo que seja uma flor de pessoa, rs).
Disse o poeta que as rosas não falam... ah, falam sim. Experimente oferecer rosas a quem você ama e verás a reação, pode ter certeza que elas dirão muito! Sei que o sentido da canção não é esse, mas tudo bem... olhe uma rosa ao amanhecer e veja se ela não está lhe dizendo: Bom dia!!!
Bem, a Primavera nos traz sempre um novo tom, dá uma idéia de alegria, talvez sejam as cores, talvez sejam as flores...
quarta-feira, 17 de setembro de 2008
Mudanças...
Mudança é uma palavra forte... sempre causa um certo frisson qualquer tipo de mudança, transformação ou qualquer desses sinônimos. Todos mudamos, em todos os sentidos, a todo tempo.
Costumo dizer que a vida muda de minuto a minuto (a frase não é minha, mas concordo plenamente) e, realmente, tudo muda, mas principalmente, mudamos nós, seres humanos...
Mudamos nossos olhares sobre as coisas, o que hoje era útil, pode ser descartável amanhã. Sobre as pessoas também mudamos nossos pontos de vista, às vezes, achamos que uma pessoa é o máximo, no dia seguinte, já não a temos como fundamental.
Quando saímos da adolescência e passamos à idade adulta, as mudanças se evidenciam, no físico, na voz, em muitos outros fatores, mas as maiores transformações acontecem de maneira interna, em nosso interior, na maneira de pensar e ver o mundo.
Mudar é inerente ao ser humano e faz bem! Quando deixamos para trás as coisas pré-concebidas em nosso íntimo, nos tornamos pessoas novas, passamos a enxergar o mundo de uma maneira diferente.
Para dizer a verdade, ainda bem que a mudança é uma condição inerente às pessoas (embora alguns sejam completamente inertes), caso contrário, seríamos seres extremamente previsíveis e, sendo assim, a vida talvez fosse muito menos dinâmica e atraente...
quarta-feira, 10 de setembro de 2008
Renascer...
Existe apenas uma certeza totalmente absoluta nessa vida: que vamos morrer um dia. Embora o ser humano lute contra essa condição (sim, a morte é uma condição humana, enquanto seres vivos), o homem nasce para morrer (e para outras coisas melhores, é claro!!!).
Morremos todos os dias... quando vemos uma criança nas ruas, mendingando para sobreviver, também quando perdemos alguém querido... morremos por várias coisas.
Mas se morremos todos os dias, nascemos de novo de igual forma. Quem não se enche de vida ao ver o sol da manhã, ao aprender algo novo, ao fazer o bem, ou ainda, quando estamos ao lado de um nosso grande amor.
Nascemos e morremos diariamente, isso é verídico... mas muitas vezes, não damos o devido valor ao nosso renascimento diário, às nossas conquistas.
Renascer é um ato sublime, subjetivo, particular. Renasça você também, todos os dias...
domingo, 7 de setembro de 2008
Reclamo, logo existo...
O ser humano é um insatisfeito por natureza. Está sempre buscando coisas melhores para a sua vida (ainda bem que somos assim!), embora alguns se dêem por satisfeitos com sua situação. Em sum eterna busca pela plenitude, o homem (e a mulher também, é claro) se utiliza, enquanto ser insatisfeito, de um expediente bem próprio dos grupos humanos: a reclamação.
Reclama-se de tudo: do sol, da chuva, do calor, do frio, do salário, dos preços, do poder público (esse é o campeão em sofrer reclamações), enfim, enquanto ser humao, muda-se a frase: penso, logo reclamo.
Como dissemos, o poder público - sobretudo o governo - é disparadamente, o alvo principal das lamentações do povo. Se uma estrada não é asfaltada, reclama-se; se estão fazendo uma obra, reclama-se da mesma forma (por conta dos transtornos). Um dos esportes favoritos de grande parte da população é a reclamação à distância, com a variável da reclamação em altura (quando feita em brados).
O grande problema é que, quem escolhe os representantes do Legislativo e do Executivo somos nós! Se temos algo a reclamar, o nosso alvo seria as nossas próprias escolhas! Ou seja, temos que escolher melhor, sem pensar em interesses próprios, massim na coletividade, no bem-estar social.
As eleições estão à porta, temos uma grande chance para revertermos esse quadro... antes de reclamar, pense bem o seu voto, não o entregue a aqueles que não merecem, ou que já provaram não merecer. Pesquise anteriormente o passado de seus candidatos, para que não possamos, mais uma vez, reclamar e reclamar...
sábado, 6 de setembro de 2008
Será que tem?
"Eu também acho que o Brasil não tem jeito, mas se as pessoas olhassem umas para as outras com um pouco mais de ternura, talvez as coisas pudessem ser melhores." Confesso que não consegui tirar essa frase da cabeça, desde que a ouvi no final do file ERA UMA VEZ..., em exibição nos cinemas.
Realmente, não é difícil constatar que está faltando sim um ollhar mais terno das pessoas umas com as outras. Diria mais, tá faltando educação às pessoas (lógico que não a todas!).
Bem, vejamos se estou errado (tomara que sim!), nos ônibus, é muito comum as pessoas que estão sentadas ignorarem as mochilas ou quaisquer outras bolsas portadas pelos passageiros (ou não) que estão em pé. Ainda nos coletivos, é pouco comum ouvirmos palavras como bom dia / boa noite, muito obrigado, com licença e outras raramente utilizadas pela maior parte das pessoas.
O descaso das autoridades com a população, a falta de investimentos em serviços básicos, os altos índices de analfabetismo funcional (quase sempre mascarado nas pesquisas) só me fazem concordar com a oração inicial.
Antes que você, caro leitor, pense, eu não sou um pessimista. Muito pelo contrário, acredito - ou tento acreditar - nas coisas boas da vida. E antes que eu possa ser criticado eu digo que também faço a minha parte ou tento fazer...
As pessoas complicam a vida em demasia... realmente, um pouco mais de ternura não resolveria nossos problemas, mas ajudaria bastante...
segunda-feira, 1 de setembro de 2008
Um Ano... O tempo voa!
Ele passa e nunca volta... como muitas outras coisas, também é relativo. Sei que é meio clichê, mas pergunte a um preso o quanto vale um dia, sabendo que falta uma semana para sua liberdade... em corridas, um segundo pode ser uma eternidade.
Para alguns o tempo é um aliado, para outros um inimigo feroz, há quem ache que ele não deveria passar, mas qual seria a graça da vida se o tempo não passasse? Como poderíamos ver nossos filhos crescerem? Terminar a faculdade? Concluir qualquer projeto?
Sei que muitos falam sobre o tempo, cada um com seu ponto de vista, mas ele é importante... quem nunca usou a expressão "dê tempo ao tempo", ou ainda, "o tempo é o senhor da razão" (essa eu adoro!)
E o que é muito tempo? Essa então depende muito. Como disse anteriormente, essa resposta é muito subjetiva. Um segundo pode ser uma eternidade... um ano pode passar voando.
É... um ano... tempo suficiente para vivermos experiências maravilhosas... descobrirmos pessoas, visitarmos lugares, vivermos um amor. É, esse ano passou voando, mas ficou a certeza de que foi um dos melhores de minha vida, e de que nunca irei esquecê-lo... ainda que saiba que foi apenas o primeiro (de todos).
quinta-feira, 14 de agosto de 2008
Brasil Olímpico
Bem amigos (rs), estamos no meio do maior evento esportivo mundial e o nosso país, apesar dos pesares, se faz presente em Pequim, com a maior delegação da história nos Jogos Olímpicos, um recorde para os índices brasileiros.
O que me motiva a escrever sobre o tema é que, hoje, eu ouvi uma crítica demasiadamente contundente, em relação à participação brasileira na Olímpiada de Pequim... segundo o autor da crítica (que eu prefiro não citar, por razões óbvias), os atletas brasileiros estariam indo à China apenas para "passear", onerando os cofres públicos, maior financiador dos esportes olímpicos brasileiros.
A cobrança por melhores resultados sempre existirá, ainda mais que, os brasileiros não têm, de maneira geral, o costume de acompanhar outros esportes, a não ser o futebol (masculino). Porém, o que não se pode deixar de observar, é o fato de que em nosso país não há os investimentos necessários para o desenvolvimento dos outros esportes a não ser o famoso esporte bretão (volto a reiterar, masculino, uma vez que quase não há futebol feminino no Brasil).
Os investimentos em esportes no Brasil dependem das empresas estatais. A iniciativa privada pouco colabora com o desenvolvimento esportivo brasileiro e a sociedade também não se mobiliza, apoiando essas empresas que colaboram com o crescimento do esporte em nosso território.
O investimento em esportes poderia ser um faor de desnvolvimento econômico para o Brasil. Quantas pessoas poderiam ser beneficiadas com uma maior prática esportiva em nosso país? Quantos empregos seriam gerados? Imaginem a quantidade de crianças que poderiam ser retiradas das ruas para praticar esportes. Oportunidades apareceriam em diversas áreas, mas, como sabemos, infelizmente isso não ocorre...
Volto a dizer que, cobranças sempre existirão, porém, há que se ponderar até que ponto nossos representantes estão desempenhando um bom papel em solo asiático, e, sem os devidos investimentos, ainda falta muito para que não sejamos apenas a pátria de chuteiras, mas sim de quimonos, luvas, raquetes...
sábado, 2 de agosto de 2008
Doar Sangue, Salvar Vidas...
Ontem eu fui doar sangue, até aí nada de anormal... mas o que me motiva a escrever é o fato de que, vi lotado pela primeira vez, o hospital onde eu costumo fazer as minhas doações. Ora, deve estar se perguntado você, leitor, o que isso teria a ver? Simples, vivemos em um país de aproximadamente 190 milhões de habitantes, em uma Região Metropolitana de cerca de 10 milhões de pessoas e, a média de coleta diária de sangue é de 10 pessoas... Isso é um absurdo!
Ainda existe muita rejeição à doação de sangue por parte da sociedade, muitos acham que o sangue engrossa, que "vicia", enfim, uma série de coisas que são do imaginário popular, a maioria delas, inverídicas.
Uma outra coisa que muitos não sabem é que, para o doador, é garantido o dia de trabalho, ou seja, o cara doa seu sangue, pratica um gesto de solidariedade e ainda recebe uma folguinha para descansar...
Acredito que, infelizmente, falta uma maior conscientização da sociedade, parte da culpa é dos nossos "formadores de opinião" (leia-se imprensa), que apesar do aumento das campanhas pró-doação, ainda engatinha nesse sentido.
E você, que acabou de ler esse post, agende sua doação e ajude a salvar uma vida!
Ainda existe muita rejeição à doação de sangue por parte da sociedade, muitos acham que o sangue engrossa, que "vicia", enfim, uma série de coisas que são do imaginário popular, a maioria delas, inverídicas.
Uma outra coisa que muitos não sabem é que, para o doador, é garantido o dia de trabalho, ou seja, o cara doa seu sangue, pratica um gesto de solidariedade e ainda recebe uma folguinha para descansar...
Acredito que, infelizmente, falta uma maior conscientização da sociedade, parte da culpa é dos nossos "formadores de opinião" (leia-se imprensa), que apesar do aumento das campanhas pró-doação, ainda engatinha nesse sentido.
E você, que acabou de ler esse post, agende sua doação e ajude a salvar uma vida!
domingo, 6 de julho de 2008
Explicando...
Bem, conforme eu disse anteriormente, estou aqui para explicar o sentido desse espaço... melhor ainda, leiam o que está escrito acima...um espaço para crônicas, críticas, sugestões, poesias, enfim...todas as formas de expressão de pensamento, ou seja, aqui podemos expor as nossas idéias...
Se quiser, mande seus textos para análise!
Se quiser, mande seus textos para análise!
domingo, 15 de junho de 2008
A primeira vez...
Caros amigos,
Este é o primeiro, espero que muitos venham por aí...
Nos próximos, explicarei o sentido deste espaço...
Este é o primeiro, espero que muitos venham por aí...
Nos próximos, explicarei o sentido deste espaço...
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