quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Pra quê dificultar?

Sempre que perguntado, digo que tenho vontade em cursar três graduações diferentes: a primeira eu já terminei, a segunda estou próximo de concluir e a terceira, em Psicologia (ou Filosofia) eu sei que não vou fazer, mas acho que, talvez, devesse...

Tenho observado o comportamento de algumas pessoas via redes sociais e tenho constatado que, cada vez mais, as pessoas complicam a vida de uma maneira absurda. Coisas simples se tornam gigantes e, o que tem uma certa importância, torna-se a cada dia mais obsoleto, em uma inversão de pensamentos e valores de maneira ímpar...

Por vezes parece que as pessoas gostam de criar seus problemas, como se isso fosse algo positivo. Como diria minha mãe, criam cavalos de batalha para sobreviver, complicando ainda mais o que poderia ser resolvido de maneira simples...

Nessa volta a esse espaço, não quero me alongar muito, mas apenas dizer que, de maneira geral, a vida seria muito mais simples se as pessoas se mantivessem desarmadas, sem ranços, sem acreditar que, criar problemas pode ser a solução...

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Ela não era mesmo boa... (mas será que alguém é?)

Essa semana teve fim a carreira (e a vida) de uma das mais talentosas cantoras que já ouvi em toda minha existência. Refiro-me à Amy Winehouse que, fora encontrada morta em sua residência.

Amy era um desses talentos que não nascem do dia para a noite ou que a indústria fonográfica insiste em nos convencer de que é o mais novo fenômeno. A britânica era mesmo uma daquelas vozes que encantavam e, em sua breve carreira (sem duplo sentido, por favor), brindou-nos com uma excepcional maneira de cantar, quando ela se encontrava em condições para fazê-lo.

Todos sabemos de seu envolvimento com as drogas (cigarro e bebidas se incluem nessas), fato que precipitou sua partida. Não estou aqui para crucificá-la por isso, mas desde que soube de sua morte, pensei muito sobre essa relação dela com as drogas e algumas coisas me vieram à cabeça, uma delas é um sentimento de pena. Sei que não devemos sentir pena das pessoas, que elas são responsáveis por suas escolhas, mas Amy me despertou esse sentimento por um simples fato, o de que ela, se não fosse tão cedo, teria uma linda e longa carreira pela frente.

Uma outra coisa que me fez pensar, mas ainda nessa linha de raciocínio é que inegavelmente ela se destruiu, e isso me fez refletir sobre o quanto nós temos essa capacidade (?) de auto-destruição...

Muitas vezes, por diversos motivos, aniquilamos nossos sonhos, desejos, exatamente por conta dessa destruição que causamos em nós mesmos. Se no caso da cantora, ela se utilizava das mais variadas drogas para isso, nós também temos nossas "drogas", que nos levam, se não a destruir, ao menos a impedir as nossas realizações.

Ainda triste (mas sabendo que a morte dela seria mesmo uma questão de tempo), aproveito para pensar o quanto o exemplo da talentosa cantora pode nos inspirar a não praticar os mesmos erros, evitando as "drogas" que nos impedem de prosseguir em nossas caminhadas e consequentemente, impedindo a nossa felicidade...

terça-feira, 12 de julho de 2011

Sobre códigos de conduta...

Amigos, ainda não consegui retornar a este espaço da maneira que deveria e gostaria, mas hoje ainda resolvi que poderia escrever mais algumas tortas linhas. Mas já que me propus a utilizar este espaço para falar da vida, em geral, teve um fato que não pude deixar passar...

Semana passada, o então governador do estado do Rio de Janeiro, Sr. Sérgio Cabral Filho divulgou um "código de ética" para os funcionários do alto escalão desta mesma administração. Pois bem, segundo o mesmo código, para que uma pessoa do governo possa receber um presente (?) este não pode passar de quatrocentos reais (???). Com isso, legalizou-se o "jabá"...

Como pode o Brasil pleitear o título de país do futuro, de nação em rumo ao desenvolvimento, se coisas como essas são tidas como legais? Não podemos nunca, de forma alguma, acreditar que isso é normal...

Cabe ressaltar que esse mesmo código de ética só fora proposto por que o mesmo governador passou por uma situação que mereceu no mínimo explicações para a opinião pública... o fato de que o mesmo utilizara um helicóptero (para fins particulares) de um dos maiores empreiteiros do estado, dono de uma das empresas com o maior número de contratos com o mesmo governo... (estranho, não?).

Códigos de ética como esses são passados na família, minha mãe sempre me ensinou que não se deve aceitar presentes de estranhos. Fui criado em uma família onde os valores éticos sempre foram tidos como prioridades e, ainda para completar, também sou funcionário público e prezo pela minha independência funcional, não aceitando vantagens para realizar quaisquer trabalhos...

Infelizmente, o povo brasileiro não vai ter (e não tem) a memória que deveria e, nas próximas eleições, essas pessoas sempre estão de volta... Ah, Brasil...

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Retornando

Amigos, tanta coisa se passou nesse meu afastamento, mas resolvi retornar de maneira definitiva para este espaço... vamos ver se consigo dar conta dessa atividade agora...

terça-feira, 15 de junho de 2010

Vestido de Brasil

Hoje o Brasil começa sua participação em mais uma Copa do Mundo de Futebol (masculino) e, em nosso país, isso é um acontecimento que mexe com a vida de quase todos os cidadâos: lojas são fechadas, nas repartições públicas é declarado ponto facultativo, escolas ficam sem aula... enfim, o país se mobiliza em virtude do Mundial...

Uma das coisas que mais me chamam atenção é o fato de que as ruas são enfeitadas (juntamente com as pessoas). Parece-me que o Brasil se redescobre, torna-se mais brasileiro...

Como eu gostaria de que fosse sempre assim... não precisa que se enfeite as ruas ou que todos se vistam de verde e amarelo, mas ao menos que se lembrem que esse é o nosso país, de que devemos respeitá-lo, mesmo com o esforço de alguns para acabar com o que de bom há em nossa pátria...

A cada quatro anos, o Brasil se veste de Brasil... talvez, se as pessoas se lembrassem um pouco de que o nosso país tem muitas coisas boas a oferecer, a situação estivesse um pouco melhor...

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Respondendo...

Minha cara amiga, o perdão sou eu quem peço... se também não lhe fiz uma visita, e ainda faltou tempo para responder, mas como os tempos são outros, o portador agora é outro: a Internet, e com ela tentarei mandar algumas notícias...

Aqui na Terra, tudo na mesma, os mesmos absurdos em Brasília, assaltos em delegacia, enfim todas essas coisas que me fazem (às vezes) pensar que o melhor lugar do Brasil é do lado de fora dele...

Mas tem um alento: Esse ano tem Copa do Mundo e, como é de costume, o Brasil está vestido de Brasil! As ruas estão enfeitadas, pessoas idem... parece até que os brasileiros são patriotas! Enfim, ao menos a cada quatro anos nosso país se lembra das suas cores...

Sabe como é, a vida anda mesmo muito corrida... cada vez menos temos tempo para nos dedicar as pessoas e coisas de que gostamos, mas saiba que não nos esquecemos dos nossos, mesmo à distância...

Como diria o Mestre, aqui na Terra estão jogando futebol (ainda mais por causa da Copa), muito samba (afinal de contas nosso povo é chegado a festejos)... mas a coisa continua preta...

Ah, não é a Marieta, mas a Camila, quem manda um beijo cheio de saudades... e o bom é saber que, em breve, as coisas voltarão a ser como antes...

sexta-feira, 2 de abril de 2010

Um pouco sobre o dia-a-dia...

Tenho reparado em minha caminhada diária que as pessoas tem se tornado cada vez mais solitárias, parece-me , às vezes, que o sentimento de coletividade tem, em quase todas as áreas, sido substituído por um, cada vez mais estranho individualismo.

Esse individualismo invariavelmente leva à solidão e isso também pode ser percebido... vivemos uma espécie de "solidão acompanhada" onde, mesmo em um universo de milhões de pessoas, cada vez mais as pessoas se sentem sozinhas...

Isso traz uma série de implicações: em nosso dia-a-dia, lidamos com um razoável quantitativo de pessoas, mas participamos muito pouco de suas vidas! Não quero, com isso, dizer que nos temos que nos intrometer na vida alheia, mas ao menos compartilharmos experiências com as pessoas que nos cercam.

Eu sempre prezei pelas minhas amizades, acho que, sem elas, não conseguiríamos viver, mas tenho observado que, cada vez mais (talvez motivados pela vida corrida que levamos), as pessoas tem optado por um isolamento, um sentimento de solidão, mesmo que cercadas por outras pessoas...