quinta-feira, 30 de julho de 2009

Viva o Rock! (Ou melhor, salvem-no)

Continuando na linha das datas recém passadas, no último dia 13 de Julho, comemorou-se o Dia Mundial do Rock, ritmo musical que surgiu por volta dos anos 50 e se propagou pelos tempos.

Confesso que sou um admirador do Rock´n´Roll. Quando criança, foi a minha "escola musical", ou seja, foi o primeiro ritmo musical pelo qual eu tomei gosto, principalmente por causa dos meus irmãos mais velhos, que também eram ligados no som das guitarras. E por ser um admirador confesso, retrato a minha relativa tristeza com o que tenho visto e ouvido hoje em dia... é com muito pesar que escuto as novas gerações chamarem de Rock essa música tocada mas rádios... a chamada onda "emo" então... dessa nem se fala...

Está cada vez mais difícil achar algo que se preste no cenário Rock´n´Roll e aqui no Brasil, terra que produziu excelentes bandas e cantores, está cada vez pior... infelizmente, o rock, como quase tudo nos dias de hoje, se rendeu (e vendeu) ao capitalismo e, com isso perdeu a sua essência...

Liberdade, Igualdade e Fraternidade

Bem, no último dia 14, comemorou-se os 220 anos da Revolução Francesa, um dos fatos mais importantes da História. Para que se tenha uma ideia, o fato é tão importante que marca a transição da Idade Moderna para a Idade Contemporânea.

O que temos a dizer sobre isso? Simples: a Revolução Francesa foi um movimento que, em uma das suas etapas, teve ampla participação popular e, às vezes, eu gostaria que houvesse algo semelhante aqui em nosso país...

Não estou fazendo apologia à violência ou coisa semelhante, mas sim, que o povo brasileiro tivesse mais voz, uma participação mais efetiva além das eleições, que servem para premiar alguns políticos que não valem a pena gastarmos nossas linhas com os mesmos...

Hoje em dia, com a quantidade de escândalos que assolam as nossas instituições públicas, sobretudo as do poder legislativo (com letra minúscula mesmo) e acima de tudo no senado federal (as minúsculas continuam), urge uma maior participação popular. Vemos todos os dias uma sucessão de escândalos, de maracutaias, todas as coisas sórdidas que infelizmente tomam conta de nossos noticiários. Mais uma vez, não prego nenhum tipo de violência, se bem que, para alguns, imitar os franceses seria uma boa ideia, o problema é que faltaria forca para tanta gente...

Um pedido de desculpas...

Em primeiro lugar, gostaria de pedir desculpas aos meus (poucos) leitores... esse mês (Julho) é sabidamente mês de férias escolares e, para mim, também é um mês de férias (ou recesso, chamem como quiser). Porém, esses tempos em que estou em casa, acabo trabalhando mais do que deveria, com isso, acabei ficando sem tempo de escrever neste humilde espaço...

Como temos muita coisa para falar, gostaria de dizer que os próximos textos serão dedicados a fatos ou datas que marcaram o mês de Julho, que também já está no final... tem muita coisa a ser dita, espero poder dar conta de tudo...

quarta-feira, 1 de julho de 2009

O poder da morte...

Calma, caro leitor, essa não é uma coluna fúnebre, mas gostaria de chamar atenção para um fato bastante curioso para uma coisa que venho observando: o fascínio exercido, de um modo geral, pela morte nas pessoas...

Deixe-me justificar o tema... essa semana, como todos devem saber, veio a falecer o grande astro da música pop internacional: o cantor norte-americano Michael Jackson, pois bem, o que me levou a escrever essas linhas não foi o seu inegável talento, mas sim o quanto, nesses dias que sucederam a sua morte, se falou sobre o mesmo...

Em todo lugar em que passo, tem sempre alguém comentando, ou ouvindo algum de seus inúmeros sucessos... até mesmo em lugares onde não se costumava ouvir suas canções, hoje em dia, com a fatalidade ocorrida com o cantor, não se ouve outra coisa...

E tem outra coisa, a imprensa, sobretudo a televisiva, parece não ter outro assunto capaz de despertar o interesse do (tele) espectador, falando do Astro Pop em todos os jornais e, por conseguinte, não o deixando descansar em paz...

Como a própria imprensa divulgou, Michael seria proprietário de uma fortuna equivalente a US$ 2 ilhões, porém, estaria imerso em uma dívida de US$ 800 milhões, o que, só poderia ser paga se parte de seu patrimônio fosse vendido, porém, com tanta exposição na mídia, a sua renda, mesmo post-mortem, tende a aumentar e, seus herdeiros, quem sabe, ainda não conseguirão elevar o já grandioso patrimônio e liquidar a dívida contraída pelo cantor... associando Drummond, nada mal para um defunto-cantor...

SIm, mesmo morto, Jackson ainda atrai multidões e é assunto para muitos e muitos tempos, mas isso é uma outra história...