Calma, caro leitor, essa não é uma coluna fúnebre, mas gostaria de chamar atenção para um fato bastante curioso para uma coisa que venho observando: o fascínio exercido, de um modo geral, pela morte nas pessoas...
Deixe-me justificar o tema... essa semana, como todos devem saber, veio a falecer o grande astro da música pop internacional: o cantor norte-americano Michael Jackson, pois bem, o que me levou a escrever essas linhas não foi o seu inegável talento, mas sim o quanto, nesses dias que sucederam a sua morte, se falou sobre o mesmo...
Em todo lugar em que passo, tem sempre alguém comentando, ou ouvindo algum de seus inúmeros sucessos... até mesmo em lugares onde não se costumava ouvir suas canções, hoje em dia, com a fatalidade ocorrida com o cantor, não se ouve outra coisa...
E tem outra coisa, a imprensa, sobretudo a televisiva, parece não ter outro assunto capaz de despertar o interesse do (tele) espectador, falando do Astro Pop em todos os jornais e, por conseguinte, não o deixando descansar em paz...
Como a própria imprensa divulgou, Michael seria proprietário de uma fortuna equivalente a US$ 2 ilhões, porém, estaria imerso em uma dívida de US$ 800 milhões, o que, só poderia ser paga se parte de seu patrimônio fosse vendido, porém, com tanta exposição na mídia, a sua renda, mesmo post-mortem, tende a aumentar e, seus herdeiros, quem sabe, ainda não conseguirão elevar o já grandioso patrimônio e liquidar a dívida contraída pelo cantor... associando Drummond, nada mal para um defunto-cantor...
SIm, mesmo morto, Jackson ainda atrai multidões e é assunto para muitos e muitos tempos, mas isso é uma outra história...

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